Marcha lenta oscilando ou motor apagando? Conheça os sensores do acelerador eletrônico!

| 9 de novembro de 2014 | Nenhum Comentário

Vamos aumentar sua zona de conforto em vez de tirar você dela, pois o diagnóstico de falhas na aceleração de motores sem cabo é mais complexo do que parece, mas entender a função dos componentes é um atalho mágico!

interruptor pedal freio embreagemJá faz um tempão que as montadoras aboliram o problemático cabo do acelerador, começando pelo Fiat Palio 2001 aqui no Brasil. Essa tecnologia foi implementada primeiramente na formula 1 e depois nos veículos. O sistema Drive By Wire (acelerador eletrônico) oferece um controle maior por parte do módulo de controle do motor e fora implementada nos veículos de rua para atender principalmente as exigências do consumidor quanto ao consumo, ótima dirigibilidade, relação ativa com outros sistemas e finalmente as normas ambientais cada vez mais rígidas quanto a poluição gerada pelos automóveis, ou seja, novamente as exigências ambientais continuarão a apertar as montadoras a fim de amenizar o impacto da queima de combustíveis em nosso ambiente, mas ainda estamos longe de uma solução, sendo que a tecnologia de utilização de ar comprimido deve ser um grande passo em um futuro breve, incluindo os veículos híbridos e elétricos.

CORPO DE BORBOLETA

Um motor de corrente continua atua sobre a borboleta que por sua vez atua sobre o fluxo de ar admitido pelo motor tanto na marcha lenta quanto em outra rotações. Um sensor duplo montado no eixo da borboleta informa ao módulo de controle a posição do eixo em tempo real, informação fundamental para saber qual a posição do eixo e poder controlar a corrente aplicada sobre o motor de corrente continua.

SENSOR DO PEDAL

Um sensor duplo no pedal de aceleração informa ao módulo as solicitações do condutor. A duplicidade tem uma característica importante, pois os sinais não são idênticos, e isso possibilita um maior controle por parte do sistema.

INTERRUPTORES DOS PEDAIS

O módulo de controle precisa saber as ações do condutor em tempo real, sendo assim encontramos interruptores ou sensores em pedais de freio e embreagem e qualquer falha nestes componentes poderá complicar o funcionamento do acelerador eletrônico e levar ao acendimento da luz de anomalia e até mesmo derrubar o funcionamento do motor para uma rotação específica em modo de emergência.

IMAGINE

Se você fosse um sistemista e precisa-se escrever um programa para gerenciar um sistema eletrônico sem cabo de acelerador, você gostaria de saber, por exemplo, se o motorista está com o pé na embreagem ou no pedal de freio, certo? Pergunto isso, pois é preciso desligar o combustível, por exemplo, em uma reduzida, conhecido como Cut Off, e se o sistema não souber seu comportamento ao pisar na embreagem ou freio, tudo se complicará e ficará bem difícil entregar ao condutor algumas funcionalidades relativas a aceleração e o momento que as coisas devem acontecer.

ATRASO NA RESPOSTA

Na época da transição do cabo para o sistema eletrônico algumas pessoas se queixavam de um atraso na resposta da aceleração, mas hoje não encontramos mais tal reclamação. O que ocorre na verdade nos sistemas motorizados, é um controle eficiente sobre a solicitação do condutor e o resultado, ou seja, não recebemos apenas uma resposta de potência e sim uma de eficiência de consumo, proteção da máquina, dirigibilidade e eficiente ambiental.

CONSIDERAÇÃO

O sistema de aceleração sem cabo é ótimo, e precisa que seus componentes façam seu trabalho da melhor forma possível para um resultado mágico!

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Categoria: Artigos

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Profissional do ramo automotivo, dedicado a fornecer as informações necessárias, para a construção de uma relação positiva entre os consumidores e reparadores.