Aprenda a testar o aditivo do radiador e fuja do superaquecimento!

| 11 de janeiro de 2016 | Nenhum Comentário

Trocar é fácil dizia meu velho pai, mas saber a necessidade real é a melhor opção para o cliente e também para o reparador, então vamos testar o liquido do arrefecimento antes de troca-lo desnecessariamente.

Não só em época de crise ou dificuldades financeiras devemos evitar despesas desnecessárias, então imagine-se entrando em uma oficina pedindo por uma revisão que inclua também a troca do aditivo e ser surpreendido pela negativa de sua troca através de uma prova cabal de que o produto presente no radiador ainda tem sua eficiência garantida, mas não pelo achismo ou suposição, mas assim através de um equipamento que atesta o volume de aditivo no liquido do radiador e sua eficiência presente, economia que permitirá investir em qualquer outro item que realmente demande a sua atenção, como freios, correia dentada entre outros.

EQUIPAMENTOS DE TESTE

Existem mais de um modelo ou tipo de equipamento para várias configurações químicas de aditivos, e os mais comuns são o termodensímetro e o refratometro, mas o mais importante é que saiba que as indicações do fabricante devem ser levadas a risca, pois aditivo não é tudo igual e você precisa estar atento também ao fato de que os materiais empregados na construção dos sistema de refrigeração também não são os mesmos em todos os projetos.
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A PIADA DO ADITIVO CORROSIVO

Existia a muito tempo atrás uma alegação por parte de alguns supostos profissionais que falavam aos ventos que o aditivo do radiador era “corrosivo” o que não passa de uma bobagem mencionada por pessoas ignorantes (aqueles que ignoram), pois corrosiva é a água e não o aditivo que tem a função de impedir a própria corrosão da água, mas vamos retornar ao fato de que os materiais dos sistemas de arrefecimento não são os mesmos em todos os projetos, o que faz obrigatório a utilização aditivos desenvolvidos e testados para aqueles compostos, o que nos chama atenção a produtos não homologados pelas normas ABNT e que não foram indicados para aquele projeto, levando a danos graves a qualquer sistema, ou seja, você não pode usar um produto fora de especificação em um projeto, como também não usaria um óleo de trator ano 1962 em uma Ferrari 2016.

ATENÇÃO

Tome cuidados com propagandas, embalagens bonitas ou preços camaradas e acima de todos por “termos” como, protetor de radiador, anti corrosivo, solução para sistemas de arrefecimento, ente outros, pois o que o fabricante recomenda e o que o motor do seu carro realmente precisa pode ser totalmente distinto do que você está inclinado a aplicar no sistema de arrefecimento do seu querido carro.

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Categoria: Artigos

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Profissional do ramo automotivo, dedicado a fornecer as informações necessárias, para a construção de uma relação positiva entre os consumidores e reparadores.